quarta-feira, 16 de julho de 2008

A new vision of Universal Gravitation - Universal Gravitation Variable

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Click here to the last and formal theory

Clique aqui para ver a última e formal teoria

15/12/2008.








The Portuguese version comes the English version after

A versão em português vem a seguir à inglesa.

1- The new gravitation variable. A new vision of the Universe


1 - The universe of constancy of speeds, the quantities of movement and energy.
Method
2- Thought structuring.
3 - The Universe site. A new vision to the Universal gravity constant.
4 - Looking for a relationship of mathematical proof through the phenomena known to factor in determining the correlation of growth of the Universe:
5 - The impact of radiation from the body of the entire universe in the severity place.
the variable gravity
6- The variable cosmological.
7 - The expansion of the universe. Abolition of "black energy"
8- The speed limit of the universe, the speed limit of expansion.
9 - The black holes seen in another perspective.
10 - Characterization of universe.
11 - The age of the universe
Discussion
12 - Other considerations.
13 - Case study for future verification of the evidence.
Speculation
13 - The space and time.

Portuguese version

A nova variável gravítica.
Uma nova visão do Universo

José Luís Pereira Rebelo Fernandes
À minha querida mulher, Eugénia
À minha querida filha, Leonor

Introdução
1-O Universo da constância das velocidades, das quantidades de movimento e da energia. (p.4)
Método
2 – Pensamento estruturante (p.5)
3- O Universo local. (p.7)
Uma nova visão da constante gravítica Universal. (Jan/2006)
4- Procura de uma relação de prova matemática através dos fenómenos conhecidos. (p.10)
5- O impacto da radiação da massa de todo o Universo no valor da gravidade local. (p.12)
A expressão de cálculo da variável gravítica.
6- A variável cosmológica (p.19)
7 -A expansão do Universo. Dispensa da “energia negra” (p.21)
8-As velocidades limite do Universo, a velocidade limite de expansão. (p.22)
9- Os buracos negros vistos noutra perspectiva. (p.23)
10- Caracterização do tipo de Universo. (p.24)
11- A idade do Universo. (p.24)
12-Outras considerações. (p.25)
13-Casos para estudo futuro na verificação da prova. (p.26)
Especulação
14- O espaço e o tempo. (p.27)

Bibliografia



Introdução

1- O Universo da constância das velocidades, das quantidades de movimento e da energia.

Sempre senti alguma dúvida em relação à constante gravítica universal, pois num Universo em expansão, não me parecia razoável existir uma constante gravítica, pois só o seu evoluir extremamente lento, não nos permitiu ainda observar a sua variação.
Algo me dizia que esta constante teria a ver com o crescimento do Universo e não com uma qualquer constante do espaço.
Com a informação disponível de que a Lua está a afastar da Terra ao ritmo de 3.8 cm por ano e de que há um atraso anual de 1.5 milissegundos no movimento de translação da Terra, esta ideia criou raízes.
Estou convicto, de que as leis da inércia são a base estruturante deste Universo. Um Universo que penso homogéneo e com as constâncias das velocidades, das quantidades de movimento e das energias.
O motivo da conversa:

U = G x M / R

Analisando a expressão do potencial gravítico na perspectiva local, esta não conseguia exprimir o meu conceito base para o potencial local.

Método

2 - Pensamento estruturante

O meu conceito, consiste em que o potencial local é constituído pelo potencial puro local

M x C^2 / (4 x pi x R)

limitado pela acção de toda a massa Universal, como que fosse a pressão que esta massa Universal exerce sobre a massa local, a impedidora da sua radiação pura, ou seja:

U = Gk x M x C^2 / (4 x pi x R)

Em que Gk seria então o factor inibidor, provocado pelas massas Universais, da radiação pura local.
Uma ideia veio, a massa local só não se transforma em energia por acção desse factor inibidor.
Voltando ao potencial. Afinal a expressão tradicional do potencial gravítico, não é mais do que uma informalidade da sua expressão formal.
Daqui para a frente poderei trabalhar com uma ou com outra desde que tenha sempre em conta que afinal o valor G corresponde formalmente a Gk x C^2 / (4 x pi)
Ou seja de que a expressão informal do potencial gravítico contem em si a formal.

U = (Gk x C^2 /(4 x pi)) x M / R

Reparei de imediato que a expressão usada para o potencial electromagnético afinal também é uma informalidade.

U = 1 / (4 x pi x Eo) x Q / R

A expressão formal afinal e como Uo x Eo = 1 / C^2, teríamos:

U = Uo x C^2 / (4 x pi) x Q / R
U = Uo x Q x C^2 / ( 4 x pi x R)

Curioso: então o meu Gk não é mais do que a permeabilidade gravítica do vácuo.
Voltando ao potencial e agora sabemos com clareza do que estamos a falar:

U = K x C^2 = G x M / R

Em termos Universais teremos então, em que (u) indica universal:

K1 x C^2 = G x Mu x k2 / (Ru x k3)
G = K x Ru / Mu

Formalmente teríamos:

Gk = K´ x (4 x pi x Ru) / (Mu x C^2)

Então a entidade G ou Gk serão sempre inversamente proporcionais ao potencial gravítico universal.
Como a Mu/energia universal será constante para o todo sempre.
Então:

G = K x Ru
Gk = K´ x Ru

Cá está o que se pressentia a variável gravítica aumenta com a expansão do Universo.
Se um Universo globalmente está em expansão, então localmente também o deve estar.
Com a informação disponível de que a Lua está a afastar da Terra ao ritmo de 3.8 cm por ano e de que há um atraso anual de 1.5 milissegundos no movimento de translação da Terra, esta ideia criou raízes.
As explicações de outra natureza ou a falta delas, dadas para ambos os fenómenos nunca me pareceram esclarecedoras.
Os fenómenos anteriores só seriam possíveis com o diminuir das velocidades dos planetas, o que contraria na minha opinião, a constância das velocidades e das quantidades de movimento e energia, violando assim as Lei da Inércia.
Princípios, a não perder de vista. Teremos que falar de potenciais gravíticos e ter sempre em linha de conta a formalidade científica, ou seja a expressão formal do potencial ou a informal, sabendo do que estamos a falar.
Sendo assim tentei encontrar alguma resposta na exposição que vem a seguir, tendo por base a constância da velocidade da luz essa grande constância já suficientemente explicada pela relatividade.
Localmente o que se passa?

3- O Universo local.
Uma nova visão da constante gravítica Universal.

Vou agora tentar estudar o fenómeno com base no potencial gravítico:

U = G x M / R

Consideremos os dois instantes, o instante 0 e o instante 1.

Uo = Go x Mo / Ro
U1 = G1 x M1 / R1

Tendo em atenção o sistema Terra-Lua, sendo a Terra termodinamicamente estável, podemos afirmar que a massa desta se mantêm constante.

Duas hipóteses se levantam:

a) – A gravidade é constante:

G1 = Go
U1 < U0
Go x M / Ro < Go x M / R1
1 / Ro < 1 / R1
Ro < R1

A diminuição do potencial implica a diminuição da velocidade de translação dos astros, pelo que se dá aparentemente a violação da Lei da Inércia. Pois se a constante gravítica se mantêm então o espaço manter-se-ia homogéneo não existindo razões para desequilíbrios.

b) – O potencial é constante:

Uo = U1
Go x M / Ro = G1 x M / R1
Go / Ro = G1 / R1
G1 / Go = R1 / Ro

A gravidade aumentará proporcionalmente à distância entre os corpos, a velocidade de translação das massas será sempre constante dado o potencial gravítico ser constante.

U = V^2

Passaríamos assim a ter uma variável gravítica.
A constância da velocidade parece-me mais aceitável pois não viola a Lei da Inércia.
Qualquer outra explicação, dada para estes fenómenos não me parece satisfatória.
Este ponto de vista aparentemente está mais de acordo com um Universo em expansão, ou seja localmente a “constante gravítica” aumenta com o aumento do raio, então extrapolando para o Universo: A variável gravítica aumenta com o aumento do raio do Universo e o potencial gravítico criado pelas massas Universais será sempre constante.
A dita “constante gravítica” variará em função da variação da distância entre os corpos.
Ora, num universo que se supõe em expansão e em equilíbrio de translação, a distância entre os astros aumenta (Ri), provocando assim o aumento do valor da “ constante gravítica”.
O aumento da “constante gravítica” para ser compreensível terá que estar na proporção do crescimento do Universo.
Toda a massa tem um potencial de radiação de energia M x C^2 / (4 x pi x R). Esse potencial é contrariado por todo o potencial gravítico da restante massa existente no Universo e é da acção do potencial gravítico dessa massa universal que se estabelece a gravidade.
Traduzindo este princípio em expressão matemática teríamos para o potencial local:

U = Gi x (M x C^2) / (4 x pi x R)

Sendo.
Gi – Factor inibidor da radiação local dependente da massa universal, muito provavelmente do potencial que esta cria no local. Estamos a falar no fundo da permeabilidade gravítica do vácuo.
(M x C^2) / (4 x pi x R) – Potencial puro da massa local.
Logo a variável gravítica deve depender da massa do Universo e da distância a que esta se encontra.
Quanto mais distante estiver a massa universal e quanto menor for a sua quantidade, menos contrariará a emissão da radiação da massa local, fazendo aumentar o valor da variável gravítica. Verificando-se também o contrário.

A energia universal é constante, estando ou não condensada em matéria.(massa propriamente dita x C^2 + radiação)
Teremos um aumento da “constante gravítica” provocada pela expansão do Universo e reciprocamente um crescimento do Universo que provocará o aumento da “constante gravítica”, permitindo assim que o potencial criado pelas massas seja sempre constante.
O universo poderá crescer para sempre à mesma velocidade. É o aumento da gravidade que permitirá uma velocidade radial e uma velocidade de translação constantes.

Go x M / Ro = Gi x M / Ri

Teremos:

Go = K x Ro
Gi =K x Ri

Esta situação leva a que o crescimento do universo origine uma variável e não uma constante. Só uma relação deste tipo é que leva a afastamento constante entre as massas.

d1 = Ro x (G1 / Go - 1) d2 = R1 x (G2 / G1 - 1) d2 = Ro x G1 / Go x (G2 / G1 -1)
d2 = Ro x (G2 / G1 - G1 / Go) se d1=d2 d1 + d2 = 2 x d1
2 x d1 =Ro x (G1 / Go-1) + Ro x (G2 / G1 - G1 / Go)
2xd1 = Ro x (G2 / Go-1) G2 / Go x Ro – Ro = 2 x d1
G2 / Go = (Ro + 2 x d1) / Ro

Passamos então a ter uma variável gravítica e não uma constante

G = k x R

Mas qual o valor de k?

Antes de mais olhe-mos o nosso local Universal.

4- Procura de uma relação de prova matemática através dos fenómenos conhecidos para determinação do factor de correlação de crescimento do Universo:

A informação de que a Lua se está a afastar da Terra ou seja que um astro se está a afastar de outro.
A informação de que o período de translação da Terra estará a aumentar, então a Terra também se estará a afastar do Sol.
Nos casos em análise, no Universo local, não se verifica o aumento de massa dos corpos geradores do campo, pois a Terra está estável em termos termodinâmicos e o Sol por sua vez perde massa devido ao fenómeno da fusão do seu hidrogénio, razão de ser estrela e nem por isso a Terra não deixa de se afastar do Sol.

1- Afastamento da Lua em relação à Terra

Dados:
-Distância da Terra à Lua 385.000.000 metros
-Afastamento anual dos astros 0.038 metros
-Coeficiente de correlação:385.000.000 / 0.038 = 10.131.578.947 anos
Nota: O valor encontrado para a distância do centro da Terra ao centro da Lua e o valor do afastamento da Lua foi retirado do site da NASA. Como a aproximação utilizada deve ser do mesmo nível usei estes valores.

2- Aumento do período de translação da Terra

Dados:
-Distância da Terra ao Sol 149.600.000.000 m
-Constante gravítica 6,6726E-11
-Massa do Sol 1,9891E+30 kg
-Velocidade média de translação 29.785.85 m/s
-Perímetro de translação 939.970.068.538m
-Aumento do período de translação 0.0015 seg.
-Aumento do perímetro médio 0.0015 x 29.796,2 = 44,679 m
-Aumento do raio d / (2pi) x 2 14,222 m
-Energia libertada por seg. +5.67E-8 x 5900^4 x 4x pi x Rsol^2 = 4,1824E+26 w
-Diminuição de massa por fusão E / C^2 = 4.653.492.917 / seg.
-Diminuição de massa média anual M 1,46853E+17 kg
-Diminuição do raio por perda de massa
1,57065E+17 / 1,9891E+30 x 149.600.000.000 = 0,012 m
-Afastamento anual de expansão 14.222 + 0.012 = 14.233 m
-Coeficiente de correlação d/e 10.510.469.719 anos

Como se verifica os coeficientes de correlação são extremamente aproximados, existindo entre eles uma variação de 3.7%, o que se diga de passagem, atendendo ás distâncias em causa, tratar-se do mesmo valor.
Para o desenvolvimento do trabalho vou adoptar, o valor da correlação 10.131.578.947, o que não é mais do que o dado pelo afastamento da Lua em relação à Terra por estar convencido de que a margem de erro do programa Apolo, que verifica estas medidas, há já um longo período, será o menor, e por se tratar de um sistema termodinâmico estável.
Avaliar o atraso de 1.5 milissegundos parece-me mais difícil, pois está dependente de medidas mais complicadas de determinar tal como a distância ao Sol, a quantificação da massa do Sol e a diminuição de massa do Sol.
Considerando o valor assumido (10.131.578.947) teríamos um atraso de 1,5562 milissegundos, muito próximo do anunciado (1,5 milissegundos).
Localmente não houve aumento de massa, o que não evitou o aumento das distâncias. Sabemos agora que existe uma variável gravítica e que esta varia muito próxima da ou mesmo na proporcionalidade com o crescimento do raio do Universo.

5- O impacto da radiação da massa de todo o Universo no valor da gravidade local.

De qualquer forma, penso necessário olhar para o todo, Universo e tentar retirar daí uma melhor compreensão do fenómeno, a sua verificação e mesmo tentar obter o valor da constante que sobrou dos pontos anteriores.
Como já vimos anteriormente a variável gravítica aumenta com o aumento do raio do Universo o que implica que o aumento da variável gravítica aconteça com o afastamento da matéria.
A energia que varia linearmente com o raio do Universo é a energia potencial gravítica.
Como a energia potencial gravítica da matéria diminui com o aumento do raio do Universo, só uma entidade inversamente proporcional ao potencial puro da matéria fará aumentar o valor da gravidade.
Como a gravidade é a radiação permitida à matéria local e não a sua radiação pura, então terá que ser essa energia potencial de toda a matéria Universal a provocar essa inibição e a controlar a gravidade local.
Como a energia potencial gravítica, da matéria Universal, provavelmente não será igual em todos os pontos do Universo, então a gravidade também não o será?
Imaginemos o caso limite, exclusivamente teórico, em que a matéria se afaste à velocidade da luz ou seja muito próxima desta, então qualquer outra radiação de matéria não atingiria esse local, a única matéria Universal presente seria a própria, não interveniente, acontecendo a variável gravítica + infinito?
O que permite a existência de matéria local é o potencial inibidor de toda a outra matéria.
Voltemos portanto à expressão do potencial gravítico:


U = G x M / R

Pensemos agora em termos Universais.

Para um qualquer local no raio do Universo i:

O que é M?

Ora M como já vimos será a radiação de massa de uma massa situada no local j, Muj.
Falamos em radiação de massa. Mas quais são as suas características?
Na gravidade local temos radiação de massa, que embora controlada é radiação de massa.

Estará esta radiação de massa sujeita à acção da gravidade local?

Para responder olhemos para os buracos negros. Massas geradoras de campos gravíticos, capazes, de curvar completamente a sua própria radiação de luz. Embora tal aconteça os buracos negros, para além do seu raio crítico dado por 2xGxM/ C^2, continuam a criar campo gravítico logo este tipo de radiação não curva sob a acção da gravidade local.
Constatação que para a qual deveremos procurar uma justificação.

A gravidade não é capaz de curvar a radiação de massa, logo a radiação desta propaga-se de forma rectilínea ao longo de todo o Universo.

Outra conclusão que tiramos desta observação, da constatação da existência de radiação que não curva por acção da gravidade, é que na sua propagação radial, existirá sempre radiação perpendicular à superfície do Universo, pelo que:

O Universo crescerá à velocidade da Luz.

Como radiação electromagnética, a radiação de massa estará limitada também ao limite da velocidade da luz, condição para se considerar o efeito doppler.

Sendo edji o efeito doppler entre a massa j e o local i.

Muji = Muj x edji

O que é R?

R será portanto o raio de emissão da radiação de massa j para o local Universal i, atendendo à data de emissão. Reji.

M / R = SUM (Muj / Reji)

Ui = Gi x SUM (Muj x edji / Reji)

Vamos para simplificar substituir:
SUM(Muj x edji / Reji) pela relação SUM(Muji / Reji)
Sendo SUM(Muji) – Toda a massa Universal sujeita ao respectivo efeito doppler que radia para o local i

Muri = SUM(Muj x edji) = SUM(Muji)

Reui – Sum(Muj x edji) / SUM((Muji x edji / Reji)

Pela equação do potencial gravítico Universal, teremos:

Ui= Gi x Muri / Reui

Qual o valor de U?

Será que conseguimos determinar qual o potencial de massa criado no ponto i por todas as massas Universais.
Existe um elemento que a relatividade já caracterizou claramente como a velocidade limite deste Universo, a velocidade da luz, C.

Se a máxima velocidade permitida no Universo é C então será essa a velocidade de fuga em qualquer ponto do Universo.

C^2 = 2 x Gi x Muri / Reui

Gi x Muri / Reui = C^2 / 2

O potencial gravítico Universal criado em qualquer ponto local virá dado por C^2/2.
Encontramos agora a homogeneidade pressentida anteriormente. A textura base ou seja o espaço Universal é homogéneo. Ou seja o espaço.
Cá está a razão da não curvatura da radiação de massa, pois esta no seu percurso encontra sempre o mesmo potencial em qualquer direcção.
Num Universo com esta homogeneidade absoluta, localmente, é impensável o afastamento dos astros, a não ser pelo aumento da variável gravítica.
Podemos agora obter o valor de Gi:

Gi = C^2 x Reui / ( 2 x Muri)

Gi = C^2 / 2 x SUM(Rueji / (Murj x edji))

Obtém-se assim a expressão da variável gravítica em qualquer ponto do Universo.

Qual a sua evolução no tempo?

A distribuição de massa no Universo, independentemente da sua dispersão ao longo do raio do Universo, será sempre radialmente simétrica. Imaginemos a distribuição/radiação da massa/energia a partir do Big-Bang. À mesma distância do centro, deverão aparecer o mesmo tipo acontecimentos cosmológicos pelo que existirá uma simetria radial. Podemos assim falar de fatias mais ou menos finitas de igual densidade ou mesmo de igual variação de densidade. Quando falamos do crescimento do Universo falamos de uma evolução das massas no espaço proporcional à posição que ocupam no raio Universal independentemente da localização da massa própria, mas sim atendendo aos anéis com a mesma densidade resultante do mesmo tipo de acontecimento. Podemos então considerar anéis de massa com a mesma densidade.
Quando o raio universal aumentar, Rue = k x Rueo, então o raio de emissão médio de todas as massas universais relativo a esse ponto aumentará na mesma proporção, logo Reuji=k x Reujio.
O que implica que Reuji = ki x Ru, sendo Ru o raio Universal. O raio de emissão médio da radiação Universal relativamente ao ponto i, local esse que ocupa sempre a posição i o mesmo percentual do raio do Universo, será sempre proporcional ao raio Universal.(Anexo1)
Cá está de novo a proporcionalidade do valor da variável gravítica com a distância média a que se encontram as massas universais, logo também proporcional ao crescimento do raio do Universo.
Agora sim temos a certeza que a gravidade aumenta com o crescimento do raio do Universo, o crescimento do Universo acontece a uma velocidade constante e cresce no tempo, então a variável gravítica do local i aumenta proporcionalmente ao tempo.

A relação até agora estabelecida, atendendo ao potencial ou densidade de potencial, é do tipo:

G = 1 / Uup x K
G = 4 x pi x Reu / (Mur x C^2) x K
U = 4 x pi x Reu / (Mur x C^2) x K x Reu / Mur
U = 4 x pi / C^2 x k
C^2 / 2 = 4 x pi / C^2 x k
K = C ^4 / ( 8 x pi ) - Um absurdo como veremos.
G = C^2 x Reu / (2 x Mur)
Ou:
Uup = 1 / G x K
Uup = C^4 / (8 x pi x G) – outro absurdo como veremos


Os absurdos criados:

Quando se multiplica 4 x pi x Reu / (Mur x C^2) uma formalidade científica por Reu / Mur, uma informalidade, informalidade pois a sua formalidade seria 4xpixReu / (MurxC^2)), estamos a criar um monstro.

A equação do potencial gravítico dada a sua natureza deveria ser formalmente e correctamente escrita de uma outra forma.

U = Gk x M x C^2 / (4 x pi x R)

A expressão no fundo é constituída por Gk que não é mais do que a parte de toda a radiação local, ou seja a parte permitida à radiação local. A radiação universal controla a radiação local. O princípio inspirador mostra-se agora correcto.

Que poderá eventualmente escrever-se da forma:

U = Gk x C^2 / (4 x pi) x M / R

Podemos portanto definir GK – Permeabilidade “gravítica” do vácuo como:

Gk = 2 x pi x Reu / Mur

Gk x C^2 / (4 xpi) = G

Gk = G x 4 x pi / C^2

Gk actual no local Sol/Terra = 6.6726E-11 x 4 x pi / C^2 = 9,32963E-27

Lógico que resolvendo o potencial obteríamos sempre o mesmo valor para o potencial.

A falta de formalidade da expressão usada até hoje do potencial gravítico, levou provavelmente à obtenção de alguns resultados desprovidos de qualquer sentido. Veremos mais adiante.
Confesso que continuo curioso de verificar se a variável gravítica também possa ser encarada como uma característica do espaço envolvente conferida pela densidade de radiação Universal local.

Como agora vamos necessitar da densidade de radiação, vamos criar um expediente matemático, para facilitar depois os cálculos e sua compreensão.

D = SUM(Muj x edji / Reji^2)
Refji^2 = SUM(Muj x edji / Reji^2)
Rafi = SUM(Muj x edji / Reji^2) / Reui Refji^2 = Rafi x Reui
D = Muri / (Rafi x Reui)

A proporcionalidade verificada relativamente a Reui também se verifica par Rafi, ou seja Rafi = Ki x Ru.(Anexo1)

Teremos genericamente:

d = Mur x C^2 / ( 4 x pi x Reu x Raf) – Rigidez do espaço local.
1 / d = 4 x pi x Reu x Raf / ( Mur x C^2) – Coeficiente de elasticidade do espaço local.
G = 1 / d x K
G = 4 x pi x Reu x Raf / ( Mur x C^2) x k
U = G x M / R
U = 4 x pi x Reu x Raf / ( Mur x C^2) x k x M / R
U = 4 x pi x Reu x Raf / ( Mur x C^2) x k x Mur / Reu
U = 4 x pi x Raf / C^2 x k

Através do potencial máximo C^2 / 2.

C^2 = 2 x 4 x pi x Raf / C^2 x k
C^2 = 8 x pi x Raf / C^2 x k
K = C^4 / ( 8 x pi x Raf) – o absurdo
G = 4 x pi x Reu x Raf / ( Mur x C^2) x C^4 / ( 8 x pi x Raf) – resolve o absurdo

G = C^2 x Reu / ( 2 x Mur)

O valor obtido é precisamente o mesmo.

O que será mais correcto dizer-se: É o potencial gravítico da radiação pura de massa que confere as características ao espaço, ou é a densidade de energia de massa no local que confere as características do espaço local?

Analisemos:


Através do potencial, puro criado pelas massas Universais, dita densidade de potencial:

Uup = 1 / G x K1
K1 = G x Uup
K1 = C^2 x Reu / ( 2 x Mur) x Mur / Reu
K1 = C^2 / 2 – uma constante
Aqui sim usamos sempre a informalidade e como tal estamos correctos.

Escrito correctamente teríamos:
K1 = Gk x Uup
K1 = 2 x pi x Reu / Mur x Mur x C^2 / (4 x pi x Reu)
K1 = C^2 / 2 – uma constante

K afinal é, como seria de prever, é o constante potencial Universal.

Através da densidade de energia local:

K2 = G x d
K2 = C^2 x Reu / ( 2 x Mur) x Mur / (Reu x Raf)
Informalidade multiplicada por informalidade resolve o absurdo
K1 = C^2 / (2 x Raf) – uma variável

Escrito correctamente teríamos:
K2 = Gk x d
K2 = 2 x pi x Reu / Mur x Mur x C^2 / (4 x pi x Reu x Raf)
K1 = C^2 / (2 x Raf) – uma variável

Parece-me mais lógico interpretar que as características do espaço universal lhe são conferidas pelo potencial da massa Universal.
A ser criada uma constante cosmológica deveremos alterar o seu conceito. A nova constante cosmológica ou seja velha, deverá estar ligada ao potencial local criado pela radiação pura das massas Universais e não à densidade local dessa mesma radiação.

K1 = G x Uup = C^2 / 2 = 4,49378E+16
Uup = C^2 / (2 x G)

Como vimos ambos os caminhos admitem a existência de radiação pura de massa no Universo e que é essa radiação é a criadora do tecido universal o espaço.

Dada a dimensão das massas Universais estamos perante uma radiação de altíssima frequência e baixíssimo comprimento de onda
A Terra, planeta de pequeníssima dimensão à escala Universal, tem uma radiação pura com um comprimento de onda de Broglie de 3,69602E-67 m com uma frequência de 8,11122E+74 Hertz.

E é esse potencial puro da massa Universal o palco onde se desenrola o nosso Universo.


6- A variável cosmológica

No seguimento do conceito antigo estabelecido para constante cosmológica, vamos agora definir a variável cosmológica atendendo à densidade de energia local, d.
Para compreender a dificuldade de Einstein olhemos para a expressão, até agora usada, do potencial gravítico:

U = G x M / R
G = 1 / d x K
G = 4 x pi x Reu x Raf / (Mur x C^2) x K
U = 4 x pi x Reu x Raf / (Mur x C^2) x K x Mur / Reu
U = 4 x pi x Raf / C^2 x k
C^2 = 8 x pi x Raf / C^2 x k
K = C^4 / ( 8 x pi x Raf)
G = C^2 x Reu / (2 x Mur)
d = 1 / G x C^4 / ( 8 x pi x Raf)
d = C^4 / ( 8 x pi x G) x 1 / Raf

Um absurdo formalmente próximo de Einstein, mas mesmo assim tremendamente diferente no conteúdo. O bloqueio astronómico do Século XX.

Atendendo à forma científica da expressão, para o potencial gravítico:

U = Gk x M x C^2 / (4 x pi x R)
Gk = 1 / d x K
Gk = 4 x pi x Reu x Raf / (Mur x C^2) x K
U = 4 x pi x Reu x Raf / (Mur x C^2) x K x Mur x C^2 / (4 x pi x Reu)
U = K x Raf
C^2 = 2 x Raf x K
K = C^2 / (2 x Raf)
G = 2 x pi x Reu / Mur
d = 1 / Gk x k
d = 1 / Gk x C^2 / ( 2 x Raf)
d = C^2 /( 2 x Raf x Gk) – Variável cosmológica da densidade de energia.

Através do potencial ou densidade de potencial puro da massa universal.

Pela expressão formal do potencial:

U = G x M / R
G = 1 / du x K
G = 4 x pi x Reu / (Mur x C^2) x K
U = 4 x pi x Reu / (Mur x C^2) x K x Mur / Reu
U = 4 x pi / C^2 x k
C^2 = 8 x pi / C^2 x k
K = C^4 / ( 8 x pi )
G = C^2 x Reu / (2 x Mur)
du = 1 / G x C^4 / ( 8 x pi )
du = C^4 / ( 8 x pi x G)

Um absurdo formalmente próximo de Einstein, mas de conteúdo muito diferente.

Se cometermos duas informalidades resolvemos a abstracção.

G = Reu / (Mur ) x K
U = Reu / (Mur ) x K x Mur / Reu
C^2 = 2 / C^2 x k
K = C^2 / 2
G = C^2 x Reu / (2 x Mur)
du = 1 / G x C^2 / ( 2 )
du = C^2 / ( 2 x G)

Atendendo à forma por mim dita formalmente correcta para o potencial gravítico:

U = Gk x M x C^2 / (4 x pi x R)
Gk = 1 / du x K
Gk = 4 x pi x Reu / (Mur x C^2) x K
U = 4 x pi x Reu / (Mur x C^2) x K x Mur x C^2 / (4 x pi x Reu)
U = K
C^2 = 2 x K
K = C^2 / 2
Gk = 2 x pi x Reu / Mur
du = 1 / Gk x k
d u= 1 / Gk x C^2 / 2
du = C^2 /( 2 x Gk) – Variável cosmológica

Como vimos anteriormente essa constante seria obtida através do produto de G pelo potencial puro criado pelas massas Universais. Como que uma densidade de potencial de radiação.

K1 = G x Uup = C^2 / 2 = 4,49378E+16

As dificuldades de Einstein:

- Fez a sua formação sob o conceito de Universo estático, onde a gravidade seria constante, factor que inconscientemente o deve ter perseguido.
- Analisou a constante cosmológica através da densidade de energia, que como vimos levaria a uma variável. A constante resulta de densidade de potencial, potencial esse que devemos a Einstein.
- Não se apercebeu da informalidade da expressão do potencial gravítico, misturando conceitos formais com informais.


7- A expansão do Universo. Dispensa da “energia negra”

Ao obtermos uma variável gravítica universal, que cresce proporcionalmente ao crescimento do raio do Universo, verifica-se que o potencial criado pelas massas relativamente ao mesmo local relativo do Universo (relativo pois esse ponto acompanhará o próprio crescimento do Universo), será sempre constante.

Uo = Go x M / Ro

U1 = G1 x M / R1

Como:

G1 = Go x R1 / Ro

U1 = Go x R1 / Ro X M / R1

U1 = Go x M / Ro

Uo = U1

Assim sendo o Universo, do ponto de vista do potencial gravítico constante criado, comportar-se-á da mesma forma que um “Universo estático” e não entrará em colapso.

Não necessitamos agora de qualquer “energia negra” para a expansão do Universo.


8-As velocidades limite do Universo, a velocidade limite de expansão.

Velocidade de translação Universal.

A velocidade de translação nos diferentes locais do Universo, será a que for obtida a partir do potencial gravítico, em simultâneo gerado pelas massas Universais.
Para melhor compreender o fenómeno vamos imaginar a esfera Universal cortada por um plano perpendicular ao raio do Universo a que pertence o local universal em análise.
Passamos assim a ter uma calote esférica à esquerda e uma calote esférica à direita. As massas pertencentes à calote esquerda criarão um potencial “ positivo”, ou seja farão rodar o local em estudo num sentido, as massas pertencentes à outra calote criarão um potencial “negativo” e farão rodar as massas no outro sentido. Ou seja o potencial perpendicular ao raio universal a que pertence o local em estudo, criado pelas massas Universais serão inferiores a C^2. Para além do já apontado, os raios de emissão das massas quer de um lado quer do outro, serão oblíquos, “ ângulo w”, relativamente ao raio do universo que contem o local i provocando ainda uma diminuição do potencial perpendicular, “ U = Uo x cos w”.
Por existir uma simetria global na distribuição das massas universais o potencial criado pelas massas universais em qualquer ponto do universo será perpendicular ao raio do universo que contem esse ponto.
Teremos que ter em conta o potencial gerado por cada massa, atendendo à idade da radiação que cria esse potencial., ou seja o valor da gravidade local j, à data de emissão da radiação, pois como já foi provado a gravidade desloca-se à velocidade da luz.
Pelo já descrito espera-se uma velocidade de translação nula no centro do Universo, pois as calotes são precisamente iguais.
No extremo do Universo, como o que existir se desloca à velocidade da luz, então a energia presente é a intrínseca ao que existe. Pela não presença da restante massa universal não é definido qualquer raio universal ou seja o potencial criado não é perpendicular ao raio do universo ao qual pertence o local, mas sim radial, o que leva a que não seja definido um raio Universal nesse local. A própria massa não provoca em si um potencial direccional.
O potencial criado é radial relativamente ao próprio ponto, pelo que o seu efeito rotacional se anula.


A velocidade de translação no limite do Universo será nula.

Velocidade radial do Universo.

No centro do Universo temos uma velocidade radial nula, no seu extremo a velocidade da luz, C. A radiação de massa não curva por acção da massa universal, pelo que uma parte

desta radia perpendicularmente à superfície universal, obrigando o Universo a crescer à velocidade C.
Como já Friedmann previu e mais tarde Hubble confirmou, a velocidade radial das estrelas é directamente proporcional à distância a que se encontram.
A velocidade radial das estrelas será então proporcional ao local que ocupam no raio do Universo, relativamente a esse mesmo raio e será dada por:

Vr = Ri / Ru x C

A velocidade limite de expansão

O Universo crescerá radialmente à velocidade da luz, pelas razões já anteriormente apontadas.

9- Os buracos negros vistos noutra perspectiva.

Como já vimos anteriormente o valor do potencial gravítico local vem dado por:

U = G x M / R
U = C^2 x Reu / (2x Mur) x M / R
C^2 <= 2 x C^2 x Reu / (2x Mur) x M / R
M / R >= Mur / Reu

Será buraco negro todo o astro cuja razão entre a sua massa e o seu raio seja igual ou superior à razão entre a radiação da massa Universal recebida no local e o raio de emissão para esse local, ou seja ao potencial puro Universal.
Par mais fácil compreensão pode se dizer que no centro do buraco negro o potencial criado pela própria massa é nulo, pelo que não altera o potencial gravítico Universal.
U = C^2 x Reu / (2x Mur) x Mur / Reu
O centro do buraco negro encontra-se no espaço, pelo que o todo também o estará.
A radiação local não altera o potencial a que o local está submetido, a massa local desloca-se cumprindo esse potencial.
A perturbação dá-se no potencial local.

10- Caracterização do tipo de Universo.

Como já vimos, estamos num Universo das velocidades constantes, suportado por uma variável gravítica local proporcional ao crescimento do raio do Universo, o que lhe dá uma estabilidade pura, o potencial gravítico Universal é constante.
Podemos afirmar que o Universo é aberto.

11- A idade do Universo.

Como já foi subentendido a idade do Universo será igual ao factor de correlação ou seja de 10.131.578.947,4 que no fundo corresponde ao número de anos do raio do Universo. O raio do Universo virá então dado pelos tempo absoluto, à velocidade 0, a multiplicar pela velocidade de expansão do Universo, C.
É como uma regra de três simples. Se a distância da Terra à Lua aumenta 3.8cm por ano, o Raio do Universo deverá aumentar 1 ano luz.
O Universo tem portanto 10.131.578.947,4 anos da Terra.
Como a Terra não está no centro do Universo, pois situa-se no super enxame Virgem, então:
Ru > 385.000.000 / 0.038 x 299.792.458,4 x 365.25 x 24 x 3600
Ru > 9,58521E+25 m
As considerações, tecidas até agora, é o que eu apelido de corpo principal do trabalho, pois foram até aqui definidas as linhas fundadoras da nova teoria.

Discussão

12- Outras considerações:

- O peso da matéria em cada um dos astros irá aumentar, porque irá aumentar a gravidade, ou seja seremos cada vez mais pesados.
- A velocidade de fuga dos astros tenderá a aumentar. Cada vez será mais difícil abandonar a Terra. O que teremos que fazer mais tarde ou mais cedo, para preservar a espécie.
- Os buracos negros serão cada vez mais negros, pois aumenta a velocidade de escape?
- Os planetas nos sistemas estrelares já ocuparam localizações mais próximas das estrelas.
- O que se passou no sistema solar?
- Marte, já se encontrou a uma distância do Sol à da Terra presentemente.
-Vénus ocupará futuramente uma localização igual à que a Terra tem hoje.
- Termodinamicamente o que se passou? O que se irá passar?
-Será que algum dos planetas já reuniu condições para o desenvolvimento de vida tal como temos hoje na terra? Considerando temperatura de vida os 284.57 K que recebemos hoje na Terra?
- Não mais é necessário considerar forças repulsivas para justificar a expansão do Universo.
- Dada a variação da gravidade ao longo do tempo, provavelmente todas as datações feitas a partir de elementos radioactivos terá que ser repensada. Será que o sistema solar é muito mais antigo, rondando o dobro da idade até agora apontado, e a sua origem está muito próxima da do próprio Universo?
- Nunca o limite do raio do Universo será observado, pois qualquer raio de luz, mesmo que na direcção radial exterior do Universo conseguirá alcançar um limite que se desloca à velocidade da luz.
- Será que a famosa “massa escura “ necessária para justificar os fenómenos de alta gravidade verificados no Universo poderá ser dispensada? Estou convencido de que esta também será dispensável.

Estas questões irão ser aprofundadas por mim no próximo 3º artigo, intitulado “A nova variável da permeabilidade magnética do vácuo. A dimensão da matéria. Uma nova visão do Universo.” E ainda num 4º artigo irei abordar o impacto causado na análise do Universo devido à nova variável da permeabilidade magnética do vácuo e ainda o impacto resultante da conjugação da variável gravítica com a variável da permeabilidade magnética do vácuo.

13- Casos para estudo futuro na verificação da prova.

Lembremos finalmente a expressão da variável gravítica:
Gi = K x Ri
A expansão do universo é constante, todos os astros em equilíbrio de translação afastam-se, o mesmo valor em cada ano que passa.
Sabemos agora que a gravidade aumenta proporcionalmente ao tempo.

U = Go x Mo / Ro U1 = G1 x M1 / R1
Como U=U1 R1/Ro = G1/Go x M1/Mo DeltaR = (R1/Ro-1)xRo

Num ano teremos portanto:

R1/Ro = (10.131.578.947+1)/10.131.578.947x(1,9891E+30-1,46853E+17)/ 1,9891E+30
R1/Ro = 1,000000000098630 DeltaR = 9,862733E-11xRo

Marte:

Pela presente especulação esse afastamento ao fim de uma rotação completa, ou seja 1,8815 anos, deveria ser na ordem de:
DeltaR anual = 9,862733E-11 x 2,28E+11 = 22,49 m
DeltaR de translação = 22,49 m x 1.8815 = 42,31 m
-Aumento do tempo de translação = 11,0 /2 = 5,506 milissegundos

Júpiter:

Pela presente especulação esse afastamento ao fim de uma rotação completa, ou seja 11,8596 anos, deveria ser na ordem de:
DeltaR anual = 9,862733E-11 x 7,78E+11= 76,73 m
DeltaR de translação = 76,73m x 11,8596 = 910,01 m
-Aumento do tempo de translação = 0,44 / 2 = 0,22 segundos

Saturno:

Pela presente especulação esse afastamento ao fim de uma rotação completa, ou seja 29,5532 anos, deveria ser na ordem de:
DeltaR anual = 9,862733E-11 x 1,43E+12= 141,04 m
DeltaR de translação = 141,04 m x 29,5532 = 4.168,10 m
-Aumento do tempo de translação = 2,72 / 2 = 1,36 segundos

Esta verificação, “o atraso no período de translação”, poderá ser aplicada a cada planeta nativo do nosso sistema solar.

Especulação

14- O espaço e o tempo.

Estamos agora em melhor condição de abordar estes conceitos.

Espaço

O potencial Universal é constante, vale C^2/2 e é daí que vem a sua dimensão tridimensional homogénea do espaço. A constância do potencial Universal local, em qualquer local do Universo, origina uma densidade de potencial sempre constante no Universo tornando-o completamente homogéneo. O espaço é o potencial gravítico Universal C^2/2.
O espaço pelos visto não curva pois o potencial base Universal criado pela radiação da massa Universal é inalterável. O que encontramos é zonas do espaço com diferentes potenciais gravíticos locais, que acontecem sobre o grande potencial de radiação Universal o espaço. Podemos dizer então que as existências se deslocam em potenciais sobrepostos ao potencial Universal, ou seja deslocam-se no espaço. Todo o potencial gravítico local acontece no espaço. O espaço é sempre tridimensional. A acção do potencial local sobre as existências é que nos dá a ideia da deformação do espaço, mas não é a sua deformação propriamente dita mas sim um acontecimento sobre o espaço, esse constante potencial gravítico Universal, C^2/2. A variável gravítica local adapta-se por forma, a manter o local dentro do espaço. Tudo se passa no espaço.
O próprio buraco negro encontra-se no espaço. Se este radia/cria gravidade no espaço, só poderia estar nele. A perturbação introduzida é no potencial local sobreposto ao espaço, no espaço.

O tempo

Mas afinal o que é o tempo? Qual a sua actuação na existência?
Energia (intrínseca) x tempo (intrínseco) = constante
E x t = K – Trabalho intrínseco (ou interno)
Internamente a matéria/energia não produz trabalho extra
O trabalho interno da matéria/energia é sempre constante
O tempo será portanto interno à própria matéria.
Quando aumentamos a velocidade da matéria, a matéria interna aumenta mas o tempo diminui na mesma proporção, o trabalho interno nunca altera. O que dirá o futuro?

Nota informativa.

A consequência natural da criação desta nova teoria é de avaliar quais os impactos na visão cosmológica daí resultantes para além daqueles que já foram retirados neste trabalho.
Nesse sentido comunico que vou em seguida apresentar um novo trabalho intitulado:

“A nova variável gravítica. O impacto na análise do cosmos. Uma nova visão do Universo”

Anexo:

Quadro 1: (p.30)

Quadro simplificado para melhor compreensão das questões relativas a Reui e Rafi e a sua proporcionalidade em relação ao raio do Universo.

Bibliografia:

-Introdução à Física – 2ª Edição
-Jorge Dias de Deus, Mário Pimenta, Ana Noronha, Teresa Peña e Pedro Brogueira

-Lições de Relatividade – de Einstein a Lorentz
-Franco Selleri – tradução de J.R. Croca e Rui Moreira

-Física Quântica – Átomos, Moléculas, Sólidos, Núcleos e Partículas
-Eisberg / Resnick

-Descobrir o Universo (Recolha de dados)
-Centro de Astrofísica da Universidade do Porto

- À minha mulher e à minha filha, o vosso amor, a minha luz.

José Luís Pereira Rebelo Fernandes
Porto, finais de 2005 a 21 de Junho de 2008.
Quadro 1:
Quadro simplificado para melhor compreensão das questões relativas a Reui e Rafi e a sua constância em relação ao raio do Universo.

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